Jucarepa é uma empresa que tem no seu portfólio ingrediente para indústria e produtos para o consumidor final, com foco especial para indústria alimentícia, cujos insumos para os seus produtos são de sementes amazônicas oriundas de cadeias de extrativismo e agricultura familiar de impacto ambiental e social positivos. Nossa matéria prima chefe é o cumaru/ tonka, que ficou conhecido como a baunilha da Amazônia.
Estamos localizados no coração da Amazônia em Belém ( dentro do parque tecnológico- Universitec – UFPA), com forte relação com ecossistema de inovação e mantemos relação próxima aos agricultores e extrativistas da região Amazônia. Sempre focados na inovação com qualidade e autenticidade, fazendo ingrediente para indústria e para sua mesa. E sempre com o propósito de levar sabores e aromas únicos, elegantes e autênticos para o mundo, a partir do território amazônico















Além do reduzido impacto ambiental, a coleta de produtos do extrativismo no interior da floresta tem sido essencial para a segurança alimentar e para a manutenção de outros custos vitais às comunidades de diferentes regiões da Amazônia.
10,5 Toneladas de sementes secas, movimentando 740 mil para produtores, quilombolas, comunidades indígenas extrativistas em 2021
A produção de cumaru visa equilíbrio ambiental, por ser cumaru uma árvore de porte médio e viável para reflorestamento de áreas degradadas, possibilidades de renda, cultura permanente e viabilidade sustentável”
Dipteryx odorata, popularmente conhecida como “tonka bean” ou como “cumaru”, é uma espécie arbórea nativa da região amazônica. Devido ao seu elevado teor de cumarina, as sementes da planta têm valor comercial significativo e são muito utilizadas nas indústrias de alimentos, perfumes e cosméticos. No conhecimento tradicional a semente é utilizada para auxiliar no tratamento de úlceras, infecções do ouvido, doenças respiratórias, cardíacas e, ainda, popularmente afirma-se seu potencial de aumento na libido.
A semente tem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, ricas em fibras, minerais e vitaminas, especialmente, vitamina C e vitamina B. Há estudos que o cumaru tem potencial de auxiliar na redução de retenção de líquidos, além de ser uma fonte natural de energia.
Ele também é conhecido como baunilha brasileira ou baunilha da amazônia devido ao seu sabor e cheiro incríveis que lembram notais herbais de cravo e canela. A semente de cumaru fica dentro de um fruto que cai da sua árvore. Portanto, só existe extração de cumaru com floresta em pé.
A Jucarepa mantém relação direta com produtores rurais e extrativistas, especialmente da região Oeste do Pará, beneficiando famílias de forma direta. O cumaru é uma das principais fontes de renda desses produtores.
A cadeia do cumaru movimenta mais de
apenas no território da Calha Norte do Pará
(IMAZON, 2022).




O sabor da Amazônia na sua mesa
Com notas que lembram baunilha ou cravo e canela, o cumaru transforma receitas simples em experiências únicas. Aqui você encontra dicas e receitas para explorar nossos produtos e levar um toque de floresta para o seu dia a dia.




Conhecido como a “baunilha da Amazônia”, o cumaru encanta pelo seu aroma intenso e sabor sofisticado. Suas sementes, ricas em cumarina, são amplamente utilizadas nas indústrias de perfumes, cosméticos e alimentos, além de possuírem propriedades medicinais e antioxidantes.
Aromático, saboroso e viciante, harmoniza muito bem com leite vaporizado, coco e castanha do Pará. Muito indicado para indústria de chocolates, sorvetes e laticínios.
Pode ser utilizada ralada para uso de alimentos, chás ou aromatizador.
Pode ser utilizada ralada para uso de alimentos, chás ou aromatizador.
Pode ser utilizada ralada para uso de alimentos, chás ou aromatizador.


Leve a Amazônia para o seu evento: a Jucarepa envia seus produtos para kits corporativos, levando autenticidade, impacto real na sociobioeconomia e um sabor inesquecível.



A produção de cumaru visa equilíbrio ambiental, por ser cumaru uma árvore de porte médio e viável para reflorestamento de áreas degradadas, possibilidades de renda, cultura permanente e viabilidade sustentável”.
Nesse contexto, montamos um viveiro experimental, no qual estudamos as variedades do cumaru, bem como a sua viabilidade para reflorestamento em consórcio com outras plantas nativas da Amazônia.
Cumaru: o aroma e a ciência da floresta amazônica
O cumaru é uma espécie arbórea nativa da Amazônia, pertencente ao gênero Dipteryx, sendo a Dipteryx odorata, a mais famosa. Suas sementes, chamadas popularmente de “cumaru” ou “tonka bean”, possuem alto valor comercial por seu rico teor de cumarina, composto natural responsável por seu aroma marcante e pelas múltiplas aplicações industriais.
Devido a essas propriedades, o cumaru é amplamente utilizado nas indústrias de alimentos, perfumes e cosméticos, além de ser valorizado no conhecimento tradicional amazônico, onde é associado ao alívio de úlceras, infecções, doenças respiratórias e cardíacas, e até reconhecido popularmente por seu potencial afrodisíaco.
Rico em antioxidantes, fibras, minerais e vitaminas (especialmente C e do complexo B), o cumaru também apresenta propriedades anti-inflamatórias e pode contribuir para a redução da retenção de líquidos e para o aumento natural da energia.
Segundo o estudo descrito no livro Espécies Arbóreas Brasileiras – Volume 3: Cumaru-Ferro, de Paulo Ernani Carvalho, as sementes de cumaru-ferro contêm 30% a 40% de óleo essencial aromático (em peso seco), de cor amarelo-clara e aroma intenso, amplamente usado pela indústria de perfumaria e cosméticos (BERG, 1982; SOUSA et al., 1991; SANTOS, 2002). Esse óleo também é utilizado como fixador natural em fragrâncias de alto padrão, tal como em perfumes de alto padrão muito conhecidos como o Channel.
Nos últimos anos, o cumaru tem conquistado espaço crescente na indústria alimentícia, sendo reconhecido mundialmente como a “baunilha brasileira” ou “baunilha da Amazônia”, graças ao seu sabor sofisticado e aroma inconfundível, que remete a notas herbais de baunilha, cravo e canela.
A semente de cumaru nasce dentro de um fruto que cai naturalmente da árvore, o que significa que sua extração só é possível com a floresta em pé. Assim, o cumaru representa não apenas um ingrediente de alto valor sensorial e científico, mas também um símbolo vivo da bioeconomia amazônica e da conservação florestal.